Alguns livros não apenas contam histórias — eles abrem portas dentro de nós. O Mundo de Sofia é esse tipo de livro. Ao unir ficção e filosofia, Gaarder nos conduz por um percurso que vai além da narrativa: é uma jornada pelas perguntas que moldam a existência humana.
A protagonista, Sofia, é uma adolescente comum até começar a receber cartas misteriosas com perguntas como: “Quem é você?” e “De onde vem o mundo?”. Essas provocações filosóficas despertam nela — e em nós — uma inquietação silenciosa, quase esquecida na pressa da vida cotidiana.
Sofia é curiosa, sensível e aberta ao desconhecido. Ao longo do romance, ela amadurece não apenas como personagem, mas como símbolo do leitor que se permite questionar. Já o filósofo Alberto Knox, seu enigmático mentor, funciona como ponte entre a filosofia clássica e o pensamento contemporâneo. Com ele, percorremos a história da filosofia como se estivéssemos em uma floresta densa, mas fascinante.
A escrita de Gaarder é clara, quase didática, mas envolvente. Ele explica conceitos complexos com leveza, sem abrir mão da beleza narrativa. O romance alterna trechos informativos com momentos de revelação emocional e estrutural, brincando com a própria ideia de realidade — uma ousadia que só um bom escritor consegue executar com equilíbrio.
✨ “A única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos é a capacidade de nos admirar com as coisas.” — diz um dos trechos mais marcantes do livro.
Com O Mundo de Sofia, Gaarder nos lembra que filosofar não é um exercício reservado a sábios, mas uma prática de todos que ainda se espantam diante da existência.
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