O mundo é dividido em pessoas de sangue vermelho e prateado. Os vermelhos são as pessoas pobres, sem perspectiva social e vivem a serviço dos prateados e são, na sua maioria, levados à frente da guerra travada entre os prateados. Além disso, não possuem poderes ou dons. Os prateados são aqueles que detém o poder, o controle sobre os vermelhos e possuem dons, que são usados na guerra, ou contra vermelhos que se rebelam, ou que não colaboram em seus serviços.
Mare Barrow e sua família são vermelhos. Mare mora em Parafitas - Norta, parte mais pobre do país, rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, na cerimônia de escolha de uma jovem prateada para se casar com o príncipe Tiberius Calone, descobre que tem um poder misterioso. Isso tudo na frente do rei e toda a nobreza. Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Será que só ela possui esse poder? Como os prateados vão agir a partir do momento em que descobrem que existe uma vermelha com poderes? É por aqui que começa o primeiro livro da saga. Vamos começar a conhecer os personagens Cal, Maven (dois príncipes, irmãos e tão diferentes), Kilorn, entre tantos outros. A causa a que Mare se propõe, libertar os vermelhos, não impede o surgimento de um romance na história.“ A Rainha Vermelha” transita entre a distopia e a fantasia. Um livro com muitos elementos e questões políticas que tanto se assemelham com nossa realidade. Alguns personagens são tão dúbios que você não sabe se quer pegá-los no colo e consolá-los ou se prefere dar uns chacoalhões.
Se você gosta de livros com disputas sociais, políticas e com personagens com poderes extraordinários e um toque leve de romance, você vai adorar este livro.
Comentários
Postar um comentário